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quinta-feira, 8 de agosto de 2013

'Era' uma vez ou 'é'?

Notas da escritora: Imagine-me no computador com a cara triste, tomando achocolatado e começando a escrever meio chorosa. Isso era e é eu nessa situação! O texto é homenagem a um amigo meu e quero muito que voltemos a ser os melhores amigos de novo. Porque o nosso desentendimento é tão fraco comparado ao que passamos juntos que eu não quero perdê-lo. 
Espero que gostem! 


quarta-feira, 27 de março de 2013

Pascae: Mudança



( Texto faz parte do Concurso Cultural “Quero o meu chocolate em livros” no blog Garotait em parceria com a Cuponation. )


Era meio-dia, crianças passeavam no mini zoológico observando, com brilhos nos olhos, coelhos em um grande cercado. Algumas crianças corajosas ousavam tocar nas pelugens de alguns, não temendo que estes os mordessem com aqueles quatro dentes incisivos.
Ao contrário da menina, Luna, que encarava os roedores fora da cerca, onde, para ela, estava bem protegida dos orelhudos. Era incrível como ela não gostava e sentia medo de um animal tão fofo e inofensivo como o coelho. Já que sua descrição era distorcida por causa do seu primo, que mentiu para garota.

sexta-feira, 8 de março de 2013

Teimoso



Começamos com um ‘Oi!” que nem eu mesmo sorria, mas adorei saber que se aproximava de mim pelo encanto da minha escrita que faço de coração. Com o tempo você se aproximou e eu, sem animo, continuava a me comunicar com você, rapaz, só por respeito. Ora você perdia seu tempo querendo me conhecer, por que eu não faria o mesmo?!

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Choro inocente


Naquela noite sem lua, em uma casa ouvia-se um choro longo e ensurdecedor. Era um bebé de apenas três meses e rechonchudo que tirou sua mãe do belo sono. Esta entrou no quarto da criança inquieta, pegou-a nos braços, começou a balançar de leve e a cantar para seu filho se acalmar.

A voz da mãe era linda, a criança aos poucos parava com seu choro e fitava seus lindos olhos azuis para sua mamãe solteira. Como bebé, ele não sabia ao certo o que era a palavra mãe, mas sabia que a mulher que o segurava, cuidava, amamentava e deixara nascer; era uma pessoa muito importante para ele. A criança se sentia reconfortável nos braços macios daquela mulher tão jovem e trabalhadora, que cuidava dele com tanto amor, mesmo com os olhares contra dos outros. Ela o amava, assim como o coraçãozinho da bebé aclamava pela mulher. Um amor mútuo e tão lindo que fazia qualquer pessoa de bom coração chorar por aquela cena linda e inocente.

terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

Daqui há muitos anos....




O Sol quente batia no meu rosto ferozmente, vaporizando minhas lágrimas que caiam pela cena. A pessoa que eu mais confiava estava sendo enterrada em um caixão, pessoas em volta de mim sussurravam coisas horríveis sobre a falecida, o padre falava calmamente, um parente sorria para mim com gentileza e eu correspondia em meio às lágrimas.