quarta-feira, 24 de julho de 2013

Resenha: Poderosa

Antes de mais uma resenha que irei proporcionar a vocês, irei explicar algo a vocês!
Quando fui reiniciar meu blog, pois estava o personalizando, algo ocorreu, fazendo as datas de maio e junho desaparecem e assim coloquei em outros meses do inicio do ano.



Resenha do livro Poderosa - "Diário de uma garota que tinha o mundo na mão"

Eu li esse livro há muito tempo. Com 11 anos, eu suponho, hoje estou resenhando para vocês. Foi o primeiro livro que comprei no SALIPI, pois eu não tinha planejado uma lista para comparar os preços e escolher qual vale mais a pena e acabei comprando esse por ter uma capa super fofa - naquele tempo eu amava rosa -, infelizmente, descubro que é um livro de série e até hoje venho adiando para comprar o resto da coleção.

"A literatura deveria ser um ramo da Biologia: 
trato as palavras como seres vivos que de uma hora pra outra podem decolar do papel 
e sair por aí, sem autor nem destino."

O que eu mais gostei do livro foi a diagramação. A capa e contra-capa estão perfeitas, com rosa e preto juntos, e alguns gravuras e letras para identificar um diário de uma garota. Agora, ao abrir o livro, vemos as páginas lisas, brancas com detalhes cor de rosa e desenhos - flores, estrelas e etc. - dando um ar de "Diário de uma garota".  
Obvio que é um diário, e a dona chama-se Joana Dalva - Joana por causa da Joana d'Arc e Dalva por causa da mãe de seu pai. Ela tem 13 anos e seu sonho é ser uma escritora (Ela já ganhou minha simpatia!), felizmente ela descobre algo, quando escreve uma redação meio fictícia sobre Joana d'Arc na matéria de história, que acabou se tornando realidade. Assim ela começa suas desventuras usando apenas um papel e caneta ou lápis para escrever e mudar as situação presentes no seu dia como: questão dos seus pais se separando, sua avó que passa os dias na cama e, claro, assuntos amorosos.
Achei muito interessante a sinopse, não posso negar, mas ao ler o livro, ela não chegou as minhas expectativas, pois as ações da protagonista, em questão com seu dom, é meio comportado demais, não arruma 'confusões confusões' mesmo; sinceramente eu poderia ter feito mais idiotices com esse poder. 
Adorei a narrativa do autor. Simples, leve e divertida, fazendo a estória fluir de uma forma bem gostosinha de ler. Felizmente ou infelizmente, foi por causa da narrativa que gostei e algumas situações, mas nada demais ao meu ver.

"A pacata senhora da terceira idade mostrou um sorriso manso, mas distante.
Será que está me ouvindo?"

Nota: 




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